domingo, julio 30
viernes, julio 28
Back to Reality

Mas correu tudo bem no ski: não me atirei de uma pista preta, nem me estatelei muitas vezes…ok cai do tele-ski e perdi um ski numa aerosilla...
Andei na verde e em algumas azuis. Acho que se pode chamar progresso já que eu nem umas botas de ski sabia calçar…
Gostei, mas acho que me viciei. Ia já este fim-de-semana esquiar outra vez, mas para mais perto, e para uma estância mais barata. Las lenãs é de facto caríssimo, ainda para mais se tivermos em conta que estamos na Argentina.
O tempo trocou-me as voltas e não vou poder ir à estância Los Penitentes já este fim-de-semana. O nevão que tem caído para estes lados nem dá para chegar a estância. Pior estão os mais de 1000 camiões entalados na ruta 40, sem poder passar o túnel Argentina-Chile que está fechado desde a semana passada.
Mas como eu estava a dizer, gostei. Bom tempo, boa neve (diziam os entendidos), bons professores de ski, bom acesso até a estancia, boa pousada da juventude. Aliás óptima, gostei imenso de ficar alojada numa quinta nos arredores de uma terreola que fica a 70 km de las Leñas (e que me dava 50% desconto no passe de ski ;) ). Pão caseiro com doces caseiros ao pequeno-almoço, sem telefone, sem rede telemóvel, sem Internet, energia solar, cavalos, vaquinhas e um céu estrelado como eu nunca tinha visto! Sabe bem para variar.
Depois de um dia de ski, home sweet home
(Yo, Anibal y Flor)
Cheguei a Mendoza mais morta que viva, depois de 4 dias a esquiar, noites com poucas horas de sono e o regresso numa camioneta quase da idade da pedra que demorou 7 horas a fazer pouco mais de 400 km (Alerta: se quiserem viajar de autocarro na Argentina NÃO viagem com Expresso Uspallata, TAC ou Internacional)…
Nevou um bocadinho durante a noite...
jueves, julio 20
Las Leñas

O Rei vai nú... (Estágio III)

viernes, julio 14
Analisis Sensorial de Vinos – Nível Superior


martes, julio 11
E tudo o vento levou...
Espero que os vidros da casa aguentem…fica um filme tirado da minha varanda.
Se continuar este vendaval, amanhã o “flichmobil” chega mais cedo à finca, vai com o vento…
Termas de Cacheuta
O Hotel SPA termas de Cacheuta é bonito. À semelhança do Hotel-Termas de Puente Del Inca e do Hotel Villavicencio, ambos na Província de Mendoza , foi construido nos anos dourados do Ferrocarril, inícios do século passado. As “famílias bem” de Buenos Aires passavam aí a noite antes de seguirem viagem para o Chile. Destes três Hotéis é o único que continua em funcionamento.
Hotel SPA Termas de Cacheuta
Um violento terramoto (seguido de avalanche) destruiu a maior parte do ferrocarril e o Hotel-Termas de Puente del Inca. Do Hotel apenas restaram, para contar a história, algumas partes das termas e a igreja que não sofreu absolutamente nada (estas coisas dão que pensar...).
Hotel Termas Puente Del Inca
(o que resta das termas...)
O Hotel Villavicencio teve outro destino...pertencia ao dono da empresa de água mineral com o mesmo nome. Empresa e Hotel foram saltando de dono
Hotel Villavicencio
(assim por fora nem parece abandonado...)
Actualmente pertence ao grupo Danone. O hotel continua abandonado e é a imagem de marca da Água mineral Villavicencio. Bom, na realidade, acho que já não pertence. No mês passado o hotel separou-se pela primeira vez na história, da empresa de água mineral e foi vendido a um grupo de Hotéis de Mar Del Plata. Estima-se que volte a entrar em funcionamento já em 2007. E ainda bem porque deixar abandonado um hotel como aquele até parecia um crime...
viernes, julio 7
Mendoza já vem no jornal

Jornal Courrier de 16 a 22 de Junho
lunes, julio 3
Porque já faltou mais (137 dias passados, 134* para o regresso)
Fogueira sem brasa

Sou eu assim sem você
Futebol sem bola
Piu-piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Porque que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho
Buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço
Namoro sem amasso
Sou eu assim sem você
Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Por quê? Por quê?
* A não ser que tenha que adiar a viagem por greve das aerolíneas argentinas, ou que me contratem e tenha que ficar (duvido…) ou me limpem o sebo por saber demais (mais provável…)
domingo, julio 2
Visita a Bodegas



No final da visita à segunda adega provámos, adivinhem o quê… vinho do Porto feito na Argentina…
Como não podem colocar o nome de Vinho do Porto, baptizaram-no de Malamado que significa:
Malbec a la Manera del Oporto.
Barricas de Vino Malamado